Há dias excelentes, memoráveis. Há também os menos bons. Os marcantes. Os decisivos. Este espaço é, apenas, um conjunto de desabafos fruto dos dias que vou percorrendo e da minha (in)sanidade mental. E, tal como eu... tem dias!

Terça-feira, 27 de Novembro, 2012

Saiu a minha nota que faltava. Foi muito boa. Um 17. Estou deveras contente com o resultado. Porque foi um ano muito exigente, a nível profissional, escolar e pessoal. E, não há como negar, conseguir, no final, uma média de 16,4, com tudo o que sucedeu ao mesmo tempo é, de facto, de enaltecer. E (não quero parecer imodesta) creio que os Parabéns a mim estarão na ordem do dia.

 

No entanto, é inevitável - para alguém tão exigente como eu - ficar com um ligeiro sabor amargo, uma sensação de morrer na praia. É que fico à distância de uma mísera décima de ficar com média 17. Sempre era outra classe e outro estilo. Não quero parecer pobre e mal agradecida, atenção. Logo eu que sempre (ou quase sempre, vá 75% ou 80% do tempo de vida de estudante) fui uma aluna mediana (por múltiplas e diversas razões que não interessa aqui dissecar). Pensar-se-ia que esta média seria muito boa. E é. Não me interpretem de forma errada. Mas para quem, como eu, deu tanto para o curso, esforcei-me e tentei não vacilar nos momentos mais complicados (bolas, 11 dias após a morte da minha mãe estava a fazer um teste - que por acaso tive 16)... 16,42 não deixa de ter a sensação que faltou um bocadinho. Era só mais um danoninho.

 

Tentar não custa e o "não" está garantido. Já enviei um e-mail a um dos professores, a ver se a nota de um dos trabalhos consegue ser revista. Caso contrário e se estiver para aí virada, vou ter de seleccionar qual(is) a(s) disciplina(s) que em Janeiro irei fazer melhoria de nota. Tentar não custa.

 

Acima de tudo e esquecendo a questão da média - que, "no final do dia", tem um interesse especial em termos de realização pessoal e pouco mais - foi um curso (pós-graduação, whatever) que, sem sombra de dúvida, valeu mesmo a pena. Mas em breve falarei disso.

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publicado por K às 13:28

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