Há dias excelentes, memoráveis. Há também os menos bons. Os marcantes. Os decisivos. Este espaço é, apenas, um conjunto de desabafos fruto dos dias que vou percorrendo e da minha (in)sanidade mental. E, tal como eu... tem dias!

Segunda-feira, 26 de Novembro, 2012

Não creio que seja necessário ser-se galardoado com o prémio nobel da economia para entender que todas as medidas de austeridade, fabulásticas, que o nosso governo tem vindo a implementar... vão dar um resultado evidente: mais e mais recessão.

Não há investimento. Tudo pára. O belo do dinheirinho (nem que seja "virtual") não circula e... vamo-nos afundando, cada vez mais, no buraco.

Mais, quando nem sequer o estado dá o exemplo, ao investir (com pés e cabeça! atenção! por exemplo, na reconstrução de imóveis, porque não? queremos, efectivamente, continuar com prédios devolutos que, cada vez mais, poderão originar "novos chiados"? queremos?)... o estado não pode esperar (do alto da sua incompetência) que seja o sector privado - que está a ser altamente penalizado com a carga de impostos - a dar o exemplo e a "providenciar" o arranque que a economia nacional precisa.

 

Não é preciso ser-se prémio nobel da economia.

Já muitas vozes se erguem a tentar chamar a atenção.

Mas, parece que o nosso governo, a começar pelo primeiro-ministro, não conseguem ouvir muito bem. Será que estão constipados? E já para não falar no presidente da república.

Eu acharia... tendo sido ele professor de economia, que poderia chamar a atenção de quem de direito e dar-lhes umas aulinhas de «como não levar o país directamente para a banca rota», mas parece que não estava contemplado no programa da acção de formação.

 

Mais uma voz, na europa, tenta alertar para o assunto, como se pode ler aqui. Acordai, senhores, acordai!

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publicado por K às 13:45

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