Há dias excelentes, memoráveis. Há também os menos bons. Os marcantes. Os decisivos. Este espaço é, apenas, um conjunto de desabafos fruto dos dias que vou percorrendo e da minha (in)sanidade mental. E, tal como eu... tem dias!

Terça-feira, 03 de Abril, 2012

Se há palavrinhas que aprendi a odiar e a não utilizar com frequência - quem sabe até retirá-las do meu próprio dicionário - são a dupla "nunca" e "sempre". Pelas mais variadas razões. Porque pela boca morre o peixe.

 

Porque já vivi situações que "nunca" deixou de o ser, virando "talvez" ou "às vezes", noutras até "tem dias".

 

Porque o "sempre" também já deixou de o ser, há muito, sendo substituído pelo "nunca mais" (aqui sem lugar a outra coisa e ainda bem); noutras ocasiões transformou-se em "talvez um dia" e noutras ainda ficou reduzido a um "quem sabe... quando as galinhas tiverem dentes" ou "numa próxima encarnação".

 

Sim, são das duplas que, assim que me lembre, a esta hora e depois das margaritas que hoje acompanharam o reunir do "gang" - há quanto tempo não estávamos juntos! - que, com a experiência dos dias vividos, utilizo com especial cuidado e quem sabe até, algum receio. Antes atravessar um campo minado de passaroucos ou algo similar.

 

Quem inventou estes advérbios? Quem foi? E... onde tinha a cabeça?

publicado por K às 23:32

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