Há dias excelentes, memoráveis. Há também os menos bons. Os marcantes. Os decisivos. Este espaço é, apenas, um conjunto de desabafos fruto dos dias que vou percorrendo e da minha (in)sanidade mental. E, tal como eu... tem dias!

Quinta-feira, 08 de Março, 2012

Esta coisa do dentista nos fazer perguntas, estando nós com uma parafernália de instrumentos na boca, enquanto espera que respondamos não faz qualquer sentido. Digo eu. Lá vou acenado, ou gesticulando. Ele pergunta "dói", o meu dedo do indicador esquerdo acena um não esclarecedor. Passado um pouco, enquanto a broca vai desbravando, insiste com a questão. A mesma resposta. Às tantas lá chega junto do nervo - ou sei lá eu de quê - e é nessa altura que a resposta se altera.

 

Deviam inventar um sistema de botões: carregamos num botão, acende-se a luz verde - fica o shô doutor a saber que pode prosseguir com o trabalho - ao pressionarmos o outro botão, correspondendo à luz encarnada, o dentista já sabia que era altura de parar, pois a (nossa) dor assim o obriga.

 

Pelo menos o meu dentista até é giro, o que é bom, pelo menos temos algo agradável à vista para nos distrair, enquanto ele nos faz aquelas maldades todas.

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publicado por K às 16:27

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