Há dias excelentes, memoráveis. Há também os menos bons. Os marcantes. Os decisivos. Este espaço é, apenas, um conjunto de desabafos fruto dos dias que vou percorrendo e da minha (in)sanidade mental. E, tal como eu... tem dias!

Terça-feira, 07 de Fevereiro, 2012

E agora, algo completamente diferente dos posts anteriores - isto sou eu e a minha mania de não ter muita pena de mim própria; isso ou arranjar formas de não estar sempre a pensar no mesmo... qualquer coisa dessas.

 

Já me tinha olvidado completamente da ansiedade-antes-de-testes. Não me refiro à que nos consome nos dias anteriores, em que desce sobre nós uma gula (quase) incontrolável. Não, estou a falar do tempo imediatamente antes da dita prova. Aqueles nervos de 1 ou 2 horas antes. Já me tinha esquecido completamente o que era isso. E sim, este sábado, voltaram. Pois, o que fazer? Nada? É recebê-los com carinho q.b., os nervos. E, como em tantas outras coisas, não deixar que sejam eles a tomar conta das coisas. Um bocadinho de "nervos" até nos faz bem. A adrenalina deixa-nos com o raciocínio mais apurado - não faço a menor ideia se existe algum estudo científico que ateste esta frase, é puramente, invenção aqui da "je".

 

Ah e já durante a elaboração do dito. Uma mísera hora que mais pareceram vinte minutos, o pior foi quando o professor que estava a vigiar o teste (estava a substituir o nosso) resolve vir interromper-me porque queria uma caneta. Deve ter olhado para assistência. Depois de mirar toda a gente, deve ter-me seleccionado porque deveria ser a única com um estojo em cima da mesa. Azar o meu. Será que não se toca? Eu, contra o relógio, a escrever como se não houvesse amanhã e ele, pimbas, interrompe-me o raciocínio porque queria uma caneta. Isto só a mim! Ainda lhe respondi "sim, claro, pode tirar" - depois pensei melhor e achei que deveria ser eu a tirar do estojo e dar-lhe a malfadada caneta. Coitado do professor que não tem culpa nenhuma. Mas, lamento, muito menos tenho eu!

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publicado por K às 13:38

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