Há dias excelentes, memoráveis. Há também os menos bons. Os marcantes. Os decisivos. Este espaço é, apenas, um conjunto de desabafos fruto dos dias que vou percorrendo e da minha (in)sanidade mental. E, tal como eu... tem dias!

Sexta-feira, 13 de Janeiro, 2012

O pior não é a doença, o trabalho que corre mal, o relacionamento que está a atravessar um mau período, o amigo que foi possuído por um ataque de mau feitio que perdura há uns quatro meses. Tudo isto é mau, cada um por si, quando combinados, então, são uma autêntica dor de cabeça. Mas, o pior no meio de todas estas situações é quando perdemos a esperança. Quando deixamos de ter qualquer réstia, mesmo que muito leve, de que as coisas vão melhorar. Isso é o pior.

 

Há, também, que ver o outro lado da coisa. Por vezes, esse "pior" vai tornar-se, passados uns tempinhos, no melhor que nos poderia ter acontecido. Porque deu-nos oportunidade de optar por outro caminho, de ver as coisas por outro prisma, quem sabe, até, de melhorar.

Logo, conclusão absolutamente "lógica matematiciana": perder a esperança poderá ser o melhor que nos pode acontecer.

Lindo!

publicado por K às 08:28

mais sobre mim
Gosto de...
Dias de Verão: praia, calor. Dias de Inverno: frio e neve. Família. Amizade sincera. Amor. Cantar a plenos pulmões. Dançar até cair para o lado. Boa gargalhada. Fazer tudo e coisa nenhuma. Música. Bom livro. Bom filme. Gelados. Chiquelates. Café. Chá. Dormir. Acordar com vontade de gozar o dia. Conversar horas a fio. Silêncio. Mar. Lua. Estrelas. Guiar sem destino. Viajar. Fotografia. Cheiro a "chuva molhada". Campo. Cidades. Cães. Ar livre. Futebol. Escrever. Pão quentinho com manteiga. Não dar pelo passar do dia. Férias. Trabalho... (nota: ordem aleatória)