Há dias excelentes, memoráveis. Há também os menos bons. Os marcantes. Os decisivos. Este espaço é, apenas, um conjunto de desabafos fruto dos dias que vou percorrendo e da minha (in)sanidade mental. E, tal como eu... tem dias!

Terça-feira, 29 de Novembro, 2011

Há-o de diversas formas e feitios.

Camuflado de múltiplas máscaras.

Até poderei concordar com algumas manifestações de egoísmo, quando é q.b. e em algumas situações.

 

Agora, com o que me refiro neste post, não só sou veementemente contra, como repudio coisa similar.

Refiro-me à situação de progenitor(es) estar(em) constantemente a ameaçar, os filhos e quem esteja por perto, que vão colocar um fim à vida, suicidando-se. Supostamente pessoas sãs. Compreendo que tenham problemas - quem não os tem? - e até profundos (pelo menos do foro da psicologia e/ou psiquiatria). Mas, colocarem os filhos em constante sobressalto com esta ameaça a pairar, é algo que me transcende. É um desresponsabilizar da função de pai (ou mãe) que não consigo entender.

Isto a propósito de uma amiga cuja mãe está outra vez na fase de ameaçar que se vai matar. E ela fica com o coração nas mãos, uma vez mais.

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publicado por K às 13:46

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