Há dias excelentes, memoráveis. Há também os menos bons. Os marcantes. Os decisivos. Este espaço é, apenas, um conjunto de desabafos fruto dos dias que vou percorrendo e da minha (in)sanidade mental. E, tal como eu... tem dias!

Quinta-feira, 14 de Abril, 2011

Foi-me aconselhado por um amigo. Tem tido algum sucesso em França e Espanha. Recomendo, sem dúvida. A narrativa é fluida e cativante. Gostei que não tivéssemos personagens hiper-super-mega perfeitas, que, embora sendo um livro para mulheres e sobre a temática feminina não tenha caído no (facilitismo?) ridicularizar os homens. Não sei se está em adaptação para cinema, mas, creio, bem merecia. Vou ter saudades de algumas personagens (e gosto quando isso sucede, quando sentimos parte da história).
Os olhos amarelos dos Crocodilos de Katherine Pancol.

Eis o que informa a contracapa:

« A acção desenrola-se em Paris. Duas irmãs. Iris é uma mulher muito bonita, rica, elegante e sofisticada, mas vive desencantada com a vida e com o seu casamento. Joséphine é uma intelectual, historiadora, muito menos bonita do que a irmã e com uma vida bem mais difícil. Casada, tem duas filhas, vive nos subúrbios e trabalha para pagar as contas.

Certo dia, num jantar, Iris faz-se passar por escritora. Presa na sua mentira, convence a irmã a escrever o livro que ela própria assinará. Abandonada pelo marido, cheia de dívidas, Joséphine submete-se, como sempre, aos caprichos da irmã. Mas esta é uma decisão que vai mudar o destino destas duas mulheres.

A escritora francesa Katherine Pancol traça com mestria um retrato real e vivo de mulheres que tentam triunfar na carreira profissional, na vida familiar e alcançar o reconhecimento social. Mas que, por baixo desta aparente vida de sucesso, escondem uma profunda infelicidade, falta de confiança e frustração.

Os Olhos Amarelos dos Crocodilos é uma verdadeira lição de vida. Este romance, um verdadeiro best-seller em Espanha e França, dá-nos a conhecer as mulheres que somos, as que queremos ser, as que nunca seremos e as que talvez sejamos um dia. Mulheres à procura de um caminho na vida, em busca de si próprias e à descoberta de novos amores.»
O que me consola é que, parece, a autora fez a continuação - como convém nestes tempos - e, ou muito me engano, já tenho leitura para as férias (quando quer que sejam). Só espero que os restantes livros da trilogia não sejam uma desilusão, como tantas e tantas vezes sucede.

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publicado por K às 13:21

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