Há dias excelentes, memoráveis. Há também os menos bons. Os marcantes. Os decisivos. Este espaço é, apenas, um conjunto de desabafos fruto dos dias que vou percorrendo e da minha (in)sanidade mental. E, tal como eu... tem dias!

Quinta-feira, 18 de Novembro, 2010

Odeio a facilidade com que me deixo contagiar por expressões e tiques das outras pessoas. ODEIO! Do fundo do coração. Alguém tem o tique de dar dois toques, ao de leve, na bochecha direita, com o dedo indicador direito, assim como se tivesse a coçar, naturalmente com elegância, a bochecha. Se estiver alguns momentos com essa pessoa. Passado um tempo, pimba! Dou por mim com esse tique. Normalmente só me apercebo bastante tempo depois de ter sido contagiada. O "vírus" pode ficar adormecido durante algum tempo.
A verdade, como outras coisas, vou-me habituando a este "handicap". Assim que dou pela coisa, tento corrigir. Na grande maioria das coisas, felizmente, sou bem sucedida. Porquê tudo isto agora? Para explicar o contexto. A "última" expressão que adquiri e recentemente dei conta de estar a usar, amiúde, é "Oh Diabo!". ODEIO. E é mais forte do que eu. De forma inconsciente, antes que eu consiga travar, lá me sai a dita. Perfeitamente contextualizada. Essa não é a questão (eu sou só meia doida, não sou completamente louca). Assim que acabei de pronunciar estas duas palavrinhas, só me apetece esbofetear-me. Como tal, ando numa luta interna, a tentar substituir esta expressão por outra. Qual o mal desta? Não sei. Mas não gosto e, para mim, é razão mais do que suficiente.

Esclarecimento adicional: naturalmente, aquelas expressões ou termos "à K." que fazem parte do meu dicionário pessoal (há muito ou pouco tempo) irão continuar a ser utilizados, sem qualquer problema nem censura. Pelo menos, enquanto não me cansar.

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publicado por K às 13:46

É como o bocejar! Geralmente existe contágio!
Os cientistas dizem que esta imitação poderá surgir nas situações seguintes:
- Em pessoas que facilmente empatizam com outros.
- Insegurança/timidez

Ouve são eles que dizem não eu! Acontece o mesmo comigo. Sou inseguro. Tinha um professor na faculdade que o tique que tinha era coçar as pudenda (imagine o embaraço que era cumprimentar este homem)
(O)Freud a 18 de Novembro de 2010 às 19:17

Como o bocejar... lindo!
Timidez? Ainda melhor!
K a 19 de Novembro de 2010 às 16:50


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