Há dias excelentes, memoráveis. Há também os menos bons. Os marcantes. Os decisivos. Este espaço é, apenas, um conjunto de desabafos fruto dos dias que vou percorrendo e da minha (in)sanidade mental. E, tal como eu... tem dias!

Segunda-feira, 08 de Novembro, 2010
Em primeiro lugar, obrigada pelo carinho. É bom sentir que há alguém desse lado que sente a nossa falta ;)
A minha ausência (des)prende-se por diversas pontas mal apertadas e que tenho tentado resolver.
A primeira das quais e talvez a principal, está relacionada com o meu estado de espírito que já teve melhores dias. Tenho andando de neura, e das grandes. Big, BIG mesmo. E quando assim é, o melhor é deixar que, não tarda passa. Pelo meio vou decidindo (e em alguns casos passando à prática) uma série de coisas que há muito devia ter posto a mexer. Nem tudo é mau na fase cinzenta. Isto é para combinar com as "limpezas" caseiras que ando a fazer.
O que me leva à segunda justificação - que não é desculpa nenhuma, porque arranja-se sempre tempo para dar aqui uma saltada, nem que seja por uns minutinhos - ando numa de arrumações de fundo lá em casa. E estou a gostar. Está a fazer-me muito bem. O que não interessa está a ser despachado. Há outras coisas que tenho estado a reformular. De certa forma, estou a arranjar espaço para o que se aproxima. O que é? O futuro, claro!
O terceiro motivo - e também, pelo menos durante uns dias, alimentador da minha neura, versão preocupação - tem a ver com o meu "sobrinho". O Henrique, que nasceu há três meses foi internado há uma semana de urgência. Os médicos andaram alguns dias a tentar diagnosticar o problema. Tememos muita coisa, daquela mesmo má. Aparentemente, agora já sabem o que é, chegou o diagnóstico na 5ª Feira passada e já começaram com os tratamentos. Como devem imaginar, andei com a cabeça a mil, a fazer mil e dois cenários. Nos primeiros dias foi a angústia de não se saber o que era. Agora, pelo menos, já temos uma luz ao fundo do túnel. Já tivemos diagnóstico e já começaram os tratamentos. Fui ontem visitá-los. Apesar de tudo, continua um rapagão. Forte. E, coitadinho, mesmo com tantas maldades, está, minimamente, bem disposto. O meu primo e a mulher estão, também, dentro do expectável, a reagir bem. Eu estou esperançada que, no final, tudo não terá passado de um ENORME susto. Daqueles grandes, bem terríficos.
A ver se começo a contrariar este meu mau feitio e retomo os bons hábitos, leia-se assiduidade aqui no estaminé.
publicado por K às 13:49

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