Há dias excelentes, memoráveis. Há também os menos bons. Os marcantes. Os decisivos. Este espaço é, apenas, um conjunto de desabafos fruto dos dias que vou percorrendo e da minha (in)sanidade mental. E, tal como eu... tem dias!

Terça-feira, 19 de Outubro, 2010

Eu não existo, mesmo! Haviam de me ver há pouco. Acabei de receber uns livros, quatro para ser mais precisa, de trabalho. Chamar-lhes livros é capaz de ser insultuoso, para eles, entenda-se. São assim quase como que quatro volumes de uma enciclopédia. Há muito que os aguardava. Por inúmeras razões, só agora chegaram. Ainda estão com o cheiro a novo. Adoro. Para mim, parecia Natal quando eu tinha uns sete ou oito anos (ou menos, não sei!). Pouco faltou para começar a saltar. Agora a alegria, essa continua bem estampada - associada ao sorriso patético temos a combinação perfeita para o meu ar de aparvalhada-patética-feliz. O que fazer? Aproveitar, claro!
Sim, eu não existo, eu sei. Até parecia que estava a adivinhar, que hoje ia ser mesmo um óptimo diaaaa!

publicado por K às 11:58

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Dias de Verão: praia, calor. Dias de Inverno: frio e neve. Família. Amizade sincera. Amor. Cantar a plenos pulmões. Dançar até cair para o lado. Boa gargalhada. Fazer tudo e coisa nenhuma. Música. Bom livro. Bom filme. Gelados. Chiquelates. Café. Chá. Dormir. Acordar com vontade de gozar o dia. Conversar horas a fio. Silêncio. Mar. Lua. Estrelas. Guiar sem destino. Viajar. Fotografia. Cheiro a "chuva molhada". Campo. Cidades. Cães. Ar livre. Futebol. Escrever. Pão quentinho com manteiga. Não dar pelo passar do dia. Férias. Trabalho... (nota: ordem aleatória)