Há dias excelentes, memoráveis. Há também os menos bons. Os marcantes. Os decisivos. Este espaço é, apenas, um conjunto de desabafos fruto dos dias que vou percorrendo e da minha (in)sanidade mental. E, tal como eu... tem dias!

Quarta-feira, 04 de Agosto, 2010

Supúnhamos que peço a alguém que não é novato nestas andanças para fazer determinada tarefa. Por que raio será que teima em bombardear-me com perguntas, perfeitamente ignóbeis, em vez de se agarrar à coisa? Acha que eu não tenho mais nada que fazer? Se lhe entreguei essa tarefa é porque acho que tem capacidade para o fazer e posso fazer outras coisas. Se fosse para estar sempre a ser interrompida, estar constantemente a orientá-lo, entregava a outra pessoa (e ía guiando e acompanhando a evolução) ou, melhor ainda, fazia eu. Ou não será?

E antes que venham daí vozes dissonantes, não, não é alguém que está a iniciar-se nestas lides. Creio é que sofre daquela patologia de querer, constantemente, atenção. Isto não é uma creche. Temos pena!

Supúnhamos que, só por uma vez, eu peço-te algo e... tu fazes sem estar, qual miúdo de 5 anos, a interromper-me de 3 em 3 minutos? Supúnhamos bem? Sonhar não custa.

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publicado por K às 11:00

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