Há dias excelentes, memoráveis. Há também os menos bons. Os marcantes. Os decisivos. Este espaço é, apenas, um conjunto de desabafos fruto dos dias que vou percorrendo e da minha (in)sanidade mental. E, tal como eu... tem dias!

Domingo, 16 de Maio, 2010

Vinda do jantar de anos da P e ao chegar ao carro começo a achar estranho que o comando não responde ao botão "abrir portas". E que fecha, mas não abre. Pensei que teria saído sem fechar o carro, perfeitamente plausível. No entanto, no imediato, concluí que, mesmo que tivesse sido, o carro teria trancado as portas (carro ideal para a minha "desmiolice"). Constatei, para meu horror, que me tinham partido o vidro "pequinino" da frente do lado do pendura - basicamente para poderem colocar a mão e abrir a porta. Primeiro pensamento, além do óbvio que exteriorizei "assaltaram-me o carro" - os que estavam a entrar nos respectivos carros naquele momento, vindos também do jantar, vieram ver se eu precisava de ajuda - foi que tinha deixado as chaves de casa no porta luvas (*) e se as teriam levado. Não, não levaram. Assim de repente, constatei que não teriam levado nada. Foram seduzidos, aparentemente, por um polar branco (marca quechua) que tinha deixado em cima do banco do pendura. Lá me pus ao caminho para casa. Fui fazendo a verificação do que poderia faltar. Nem o tom-tom levaram. Tive imensa sorte. Havia duas caixas de óculos de sol vazias (o único par tinha ficado em casa) que também lá continuaram. Nada. Provavelmente, foram interrompidos. É a única explicação lógica que eu encontro. Sorte a minha, no meio deste contratempo. É a primeira (e espero que última) vez na vida que sou assaltada. Ao menos que seja assim: danos materiais (de pouca monta), não levaram mais nada e não me fizeram mal.

 

(*) pequena nota: não sou insconsciente. Deixo as chaves de casa no carro porque i) não há nada no carro que me ligue ao dito, nem moradas nem nada; ii) em situações (como ontem) na mala diminuta não cabem as chaves. ok? não me venham com sermões nem coisas que tais. Por exemplo no tempo do Xavier, nunca jamais em tempo algum deixei lá as minhas chaves - nem as dos meus pais.

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publicado por K às 09:25

É pá, essa malta afinal nao gosta de levar gps\'s :)
Foi, é, uma chatice de todo o tamanho mas... A ser k seja assim, alguns poucos, euros e nada mais. Beijo
shadow a 16 de Maio de 2010 às 12:35

é isso mesmo, anónimo (ou será anónima?)
K a 16 de Maio de 2010 às 13:03

era anónima... versão telemóvel LOL

LOL
Então, assim sendo, beijinho também para ti! ;)
K a 16 de Maio de 2010 às 13:21


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