Há dias excelentes, memoráveis. Há também os menos bons. Os marcantes. Os decisivos. Este espaço é, apenas, um conjunto de desabafos fruto dos dias que vou percorrendo e da minha (in)sanidade mental. E, tal como eu... tem dias!

Sábado, 15 de Maio, 2010

Creio já ter referido (algumas vezes) que não receio as tecnologias, nem os gadgets tecnológicos, bem pelo contrário. E, geralmente, até nos entendemos bem, eles e eu. Ao contrário de algumas pessoas, são bem mais simples do que poderia parecer, lógicos e fiáveis, bem, nem todos, mas a grande maioria. Como tal, normalmente, vivemos em plena harmonia. Desde a última segunda-feira, portanto há cinco dias inteirinhos, que o meu leitor de dvd ganhou vida própria. Não obedece aos comandos, por muito que eu pressione todos os botões ou um-a-um (sim, já experimentei no próprio leitor, não fosse um problema com as pilhas). Qual a gravidade? Para além do óbvio: não conseguir utilizá-lo? Podem passar-se meses sem que nos lembremos deles, mas quando têm alguma disfuncionalidade, só temos vontade de usá-los (creio que é a história da minha vida, mas adiante). O grave da questão é que tudo isto sucedeu quando eu me preparava para relaxar e assistir a um concerto. É que nem ouvi a primeira música. O anormal do leitor de dvd encalhou, nem para trás, nem para a frente. E, a somar a todas as retaliações, nem o disco me devolve, quere-o só para ele. Não há direito. Eu só queria ouvir o jeitoso a cantar algumas músicas no Madison Square Garden, em NY.

Já tentei quase tudo. Inclusivamente umas pancadinhas para ver se ele acordava para a vida. Nada. Mesmo comigo fora de casa mais de metade da semana (pensei que quando voltasse, o amúo já tivesse passado, com tantas saudades minhas). E, mesmo, assim, nada. Tenho um dvd muito orgulhoso. É a minha primeira conclusão. Sim, também já o ameacei com a chave de fendas - existem sempre inúmeras formas de chegar ao âmago destes equipamentos - nada o demove. Não há direito! Não só não revejo o concerto, como me impede de ver filmes e outras coisas mais que me apeteça, como, ainda por cima, invade a sala com um ruído de fundo absolutamente irritante. Sim, é verdade, não estou aqui tanto tempo para poder aborrecer-me, mas, mesmo assim.

Alguém tem alguma ideia luminosa? Brilhante? Eficaz? Aqui a K. agradece.

E agora, chega de lamúrias, há uma exposição à minha espera.

publicado por K às 10:19

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