Há dias excelentes, memoráveis. Há também os menos bons. Os marcantes. Os decisivos. Este espaço é, apenas, um conjunto de desabafos fruto dos dias que vou percorrendo e da minha (in)sanidade mental. E, tal como eu... tem dias!

Terça-feira, 02 de Fevereiro, 2010

Que me digam «Não vais mudar o mundo». E não é de hoje (que ODEIO) com todas as letrinhas e do fundo de mim. Pode ser que chegue o dia em que o meu desinteresse seja tal que, tendo-me deixado vencer pelo cansaço, tenha passado para o outro lado da barricada. O lado do "não te rales", do "faz a tua vidinha, o resto não quero saber".
Longe de mim ter semelhante ambição: "mudar o mundo". Agora continuo a achar que se cada um de nós fizer uma (mesmo que muito pequena) parte, resultará, no final, como um todo. Não se trata de mudar o mundo mas, além de mudar o que no meu mundo eu posso, tento no que me é possível influenciar de forma a corrigir-se o que está menos bom. Sou daquelas pessoas que vê algo que está mal e não consigo ficar indiferente. Posso ir lá fazer - se souber, mesmo que não seja da minha competência - pedir a quem saiba que faça ou, simplesmente, alertar que algo não está bem. Agora, não consigo desviar o olhar, como se não tivesse observado, logo não existindo.

Isto  a propósito de posturas dos meus colegas de trabalho que cai-se-lhes uma nódoa na indumentária, daquelas que não há mezinha caseira que salve, se fizerem algo que, supostamente é da competência de todos. Simplesmente uns acham que são superiores e não têm de fazê-lo (estou a referir-me a atender telefonemas, excepto se se tratar do telefone do chefe: aí desunham-se para o fazer).

Claro que não vou mudar o mundo. Até porque para "pessoínhas" que se acham muito importantes para atenderem telefonemas dos colegas (mesmo sendo da sua área) pouco há a mudar. É pena que este tipo de postura não seja vista por quem de direito. É lamentável. Eu vou continuar a fazer o que acho correcto: a "puxar" as chamadas venham elas de onde vierem. E não se trata de mudar o mundo, mas sim de fazer o que está correcto.

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publicado por K às 13:38

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