Há dias excelentes, memoráveis. Há também os menos bons. Os marcantes. Os decisivos. Este espaço é, apenas, um conjunto de desabafos fruto dos dias que vou percorrendo e da minha (in)sanidade mental. E, tal como eu... tem dias!

Quarta-feira, 20 de Janeiro, 2010

No outro dia, creio que foi sábado passado, constatei que o meu vizinho tinha deixado a chave na porta do carro (até foi a Paty que viu) do lado do pendura. Claro que tomei a iniciativa de trancar o carro e pretendia levar-lhe a chave. A sério que durante uns míseros segundos ainda pensei que atendendo ao historial, se não seria preferível simplesmente ignorar a coisa, mas logo um puxão de orelhas da minha consciência me alertou para o essencial: assegurar que não iriam vandalizar o carro do vizinho. Afinal, todos podemos ter os nossos momentos de esquecimentos e grandes distracções. Ninguém está livre. Constatei que a chave não saia da porta. E, vai daí, resolvi deixar tudo assim. Até comentámos, entre nós, que devia ser de propósito, aquela zona da garagem só é utilizada por mim e ele. E a verdade é que nunca mais me lembrei do assunto.

Eis senão quando, ontem, ao chegar a casa constato que o vizinho voltava a repetir a cena. Desta feita, deixou a chave na porta do lado dele. Ele há malta com muita confiança nos vizinhos. Sim, supostamente ninguém entra na garagem... mas, também não é preciso deixar a chave na porta, só para ver se a malta é de confiança. Ele há com cada um!
Ou então, vai na volta, pretende mesmo é que lhe roubem o carro para depois accionar o seguro. A sério, o homem é meio louco, dali eu já espero (quase) tudo.

E depois ainda dizem que Lisboa é uma cidade insegura!

publicado por K às 13:46

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