Há dias excelentes, memoráveis. Há também os menos bons. Os marcantes. Os decisivos. Este espaço é, apenas, um conjunto de desabafos fruto dos dias que vou percorrendo e da minha (in)sanidade mental. E, tal como eu... tem dias!

Segunda-feira, 21 de Dezembro, 2009

Alguns dos posts deste fim-de-semana (ou talvez não)...
Somos nós que fazemos o nosso próprio destino? Ou, independentemente das escolhas que façamos o nosso destino já está, inevitavelmente, traçado? Ou seja, podemos pensar (oh ilusão!) que somos nós que comandamos com o nosso livre(?) arbítrio, mas será que, no fundo, bem lá no fundo, (ou será que é lá cima? Como aquela música desses desenhos animados tão emblemáticos: Lá em cima, há planícies sem fim - devaneio dos grandes, deculpem!) o nosso destino já esta traçado? E estamos destinados a passar pelo que cada um de nós atravessa, todos os dias, nesta nossa vidinha?
Exemplificando: hoje vesti uma camisola encarnada (por acaso era azul, mas não vamos por aí e sim, eu sei as cores e não, não sou daltónica). Será que hoje estava destinado que eu vestisse uma camisola encarnada (mesmo sendo azul)? Ou o destino tinha-me reservado uma camisola preta só que eu, do alto da minha irreverência, resolvi trocar-lhe as voltas e vestir a encarnada (que afinal era azul, azul petróleo)? E, quando a camisola encarnada (ou azul) for para lavar e vier de lá preta - incautamente estava uma peça de roupa preta na máquina e esqueci-me de utilizar essa maravilha da tecnologia que dá pelo "absoverdor-de-cores-enquanto-a-nossa-roupa-é-lavada" - é o destino a demonstrar-me (uma vez mais?) que ele é que sabe: e se era para ser preta... será preta? Isso e, claro, informar-me que tenho de estar mais atenta quando ponho a roupa a lavar. Ou... que, definitivamente, não tenho o menor jeito para assuntos caseiros.

Porquê tudo isto? Eu continuo a pensar que somos nós que escolhemos como queremos percorrer o nosso caminho. Naturalmente, responsáveis pelas opções que tomamos (com a informação que detemos nesse momento).
Agora há alturas em que questiono se indo de auto-estrada ou estrada-caminho-de-cabras não iremos dar ao mesmo lugar... sim, naturalmente com experiências vividas bem diferentes (e que contribui, sem sombra de dúvida, para a construção de "nós")... pois... não sei!

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publicado por K às 17:44

oh... como eu percebo a tua frustraçao!... no mundo do espírito é tudo brankinho como a neve, sabias? n há cores, logo n há distinçao das mesmas... eu digo isto c conhecimento de causa, pq já ultrapassei o mundo no kual tu e a tua escumalha reinam :)... sorry pela linguagem, ok?...

babai!
Isa_ a 21 de Dezembro de 2009 às 23:56

Pois eu acredito no destino. Quando pensamos muito num assunto e lhe damos um rumo, é certo que fazemos uma escolha, mas e o que será que nos faz escolher?
Acho que de certa forma, esse destino nos "obriga" a aprender com o desenrolar da vida, por isso passamos por tantos "testes"...
Eu já aprendi que o verdadeiro valor das dificuldades só é perceptível quando passamos por elas... e eu acho que é mesmo o destino que nos faz por lá passar, para que depois possamos dizer que afinal o mais importante é estarmos vivos...
Lisete a 22 de Dezembro de 2009 às 15:24


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Dias de Verão: praia, calor. Dias de Inverno: frio e neve. Família. Amizade sincera. Amor. Cantar a plenos pulmões. Dançar até cair para o lado. Boa gargalhada. Fazer tudo e coisa nenhuma. Música. Bom livro. Bom filme. Gelados. Chiquelates. Café. Chá. Dormir. Acordar com vontade de gozar o dia. Conversar horas a fio. Silêncio. Mar. Lua. Estrelas. Guiar sem destino. Viajar. Fotografia. Cheiro a "chuva molhada". Campo. Cidades. Cães. Ar livre. Futebol. Escrever. Pão quentinho com manteiga. Não dar pelo passar do dia. Férias. Trabalho... (nota: ordem aleatória)