Há dias excelentes, memoráveis. Há também os menos bons. Os marcantes. Os decisivos. Este espaço é, apenas, um conjunto de desabafos fruto dos dias que vou percorrendo e da minha (in)sanidade mental. E, tal como eu... tem dias!

Segunda-feira, 07 de Dezembro, 2009

Digam-me se sou só eu que estou a ver mal o filme ou se, efectivamente, está mesmo TUDO louco...
Como é que reagiam perante a seguinte cena:
No vosso local de trabalho (só para ajudar a pintar o quadro, imaginem que estão num vulgar escritório em open-space - essa maravilha que inventaram para a malta (não conseguir) trabalhar) estão de passagem (para a outra margem... ah, esperem, não é nada disto!) e há um dos vossos colegas (com idade para ser vosso pai) que resolve pegar nas mangas do casaco que têm à cintura - detalhe: como há quem morra de frio, nesta altura do ano e ligam o ar condicionado na temperatura quente, eu fico cheia de calor. Mas, sei que na rua tenho frio, logo, ando com um casaco de malha por perto. Neste caso, como estava a preparar-me para ir almoçar, estava com o dito à cintura (estão a ver como é?) e, como tal, as mangas estavam penduradas, como, aliás, é normal. Até aqui tudo bem. Foi às ditas mangas que o referido colega resolveu agarrar, assim bem, frente-a-frente.
Estava eu ainda a pensar se lhe dava um par de estalos, uma canelada... ou... sei lá o quê - devo ter feito a minha expressão número quarenta e três, porque, de imediato remata «não se assuste». Prontamente lhe respondi que não fiquei assustada (é um facto) e que apenas estava a ver o que ele ía fazer (também é verdade). Ele há com cada um...
Detalhe: este é um daqueles colegas que, todo o santo dia, quando chega, vem, secretária a secretária cumprimentar os colegas. Se forem colegas do sexo feminino, dá-lhes dois beijinhos, se forem do sexo masculino dá-lhes um "passou-bem" (o belo do aperto de mão, em calão: bacalhau). A mim não, coitado, que nestas coisas nunca (mas nunca) gostei muito dessa coisa dos beijinhos e estendo-lhe sempre a mão - tanto que ele comigo já sabe que é assim. Os ingleses nestas coisas são tão melhores...
Não me levem a mal. Eu gosto de dar beijinhos a quem, realmente, gosto. Desta forma não fazemos distinção... lá estou eu a entrar noutro devaneio...
Concordam comigo... não é normal, pois não?
Está tudo louco. É que até acredito que não tenha feito com segundas ou terceiras intenções... mas... não calhou bem!

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publicado por K às 13:07

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